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Liberdade na Adolescência

Daniele de Souza Santos

 

 

Para orientar um adolescente existem dois caminhos: o da educação e o da proibição. O da proibição sempre é mais tentador por parecer mais simples, porém o da educação é sempre mais correto e eficaz. Apesar da grande maioria dos pais optarem pela forma mais simples, a educação é a forma mais adequada de orientação e criação. Já está mais que comprovado que os adolescentes têm a tendência a fazer tudo o que é proibido baseando-se na já famosa frase “tudo que é proibido é mais gostoso.”

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Estabelecer limites para a ação do jovem é algo assim como dizer: “você é livre e deve administrar a sua liberdade”. A grande conquista dos jovens deste século é saber administrar a própria liberdade, conhecendo os seus limites”. Este ponto de vista pressupõe uma correção de rota em relação ao grito que se ouvia em 68: “é proibido proibir”. Os jovens que na época repetiam o slogan são hoje os pais que dizem aos seus filhos: “é preciso que vocês saibam que há limites”.

A educação, para Aristóteles, não está em fixar limites, mas em ensinar e viver de acordo com a virtude. Essa perspectiva aplica-se a todos, porém especialmente aos jovens, como manifesta este filósofo no último capítulo de uma de suas obras sobre Ética: “é difícil, quando se é jovem, encontrar a direção reta para a virtude a não ser pela educação, porque a vida moderada e dura não é agradável ao vulgo, e principalmente aos jovens”.

   

CURIOSIDADES:

Publicidade e Juventude: consumismo!

Perante o código da CONAR a publicidade, entre outras recomendações, não deve:

- impor a noção de que o consumo do produto proporcione superioridade ou, na sua falta, a inferioridade;
- provocar situações de constrangimento aos pais com o propósito de impingir o consumo;
- empregar crianças e adolescentes como modelos para vocalizar apelo direto, recomendação ou sugestão de uso ou consumo, tipo “peça pra mamãe comprar…” ou “faça como eu, use…”.

Percebemos em poucos exemplos que essas recomendações nem sempre são seguidas em nosso dia a dia, levando a construção de uma sociedade em que os jovens estão cada vez mais consumistas. Temos o dever de mudar esse quadro!

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